Darling, uma cachorra heróica

Esta história se passa nos idos de 1948, no sul da Franca, em uma cidade balneária, famosa pelo castelo romano em ruínas e por um hotel imenso onde a Rainha Vitória deixava a Inglaterra a fim de passar o inverno aproveitando a beleza e a salubridade da região, assim como as fontes de água medicinaisContinuar lendo “Darling, uma cachorra heróica”

A arte de envelhecer: a história final.

                                                           “Saber morrer o que viver não pôde”  Desafios são parte integrante de cada momento de vida. Incessantemente   somos desafiados. Se não encontrarmos motivação para a luta, perecemos. Mas será isto característico de alguma etapa em especial da vida?  A criança, inundada pelos desejos de conhecer o mundo, o adolescente envolto no desesperadoContinuar lendo “A arte de envelhecer: a história final.”

A   HISTORIA   TOTAL

                                            “Saber morrer o que viver não pôde”   Desafios são parte integrante de cada momento de vida. Incessantemente   somos desafiados. Se não encontrarmos motivação para a luta, perecemos. Mas será isto característico de alguma etapa em especial da vida?  A criança, inundada pelos desejos de conhecer o mundo, o adolescente envolto no desesperadoContinuar lendo “A   HISTORIA   TOTAL”

Amadurecendo Com o Outro

Há algum tempo fui convidada a falar em um encontro comunitário de saúde mental. O tema proposto era de como fazer de uma situação difícil e desafiadora uma forma de crescimento. Os antigos tinham um ditado: “Se lhe derem um limão, faça uma limonada”. E os ingleses tem uma expressão que vai no mesmo sentido:Continuar lendo “Amadurecendo Com o Outro”

SEGUNDA PARTE DO ARTIGO: SIMBOLIZAÇÃO E SUBLIMAÇÃO: REFLEXÕES E CONJECTURAS

AS SUBLIMAÇÕES, FINALIDADES SEM FIM Como dissemos acima, Freud deu o nome de sublimação ao processo que explicaria estas atividades humanas que não possuem qualquer relação aparente com a sexualidade, mas que encontrariam o seu elemento propulsor na força da pulsão sexual, que ele chamou libido.  Freud descreveu como atividade de sublimação principalmente a atividadeContinuar lendo “SEGUNDA PARTE DO ARTIGO: SIMBOLIZAÇÃO E SUBLIMAÇÃO: REFLEXÕES E CONJECTURAS”

SIMBOLIZAÇÃO E SUBLIMAÇÃO : REFLEXÕES E CONJECTURAS

                                                                                       INTRODUÇÃO Há  muitos anos tenho pensado na distância existente entre a descoberta e Freud da presença fundamental da sexualidade no desenvolvimento humano, e a realidade concreta de que o tempo dedicado às atividades sexuais é insignificante diante do que é dedicado às atividades culturais e de sobrevivência. Uma das  respostas importantes dentroContinuar lendo “SIMBOLIZAÇÃO E SUBLIMAÇÃO : REFLEXÕES E CONJECTURAS”